Qual o sabor da carne humana?

Sabor da carne humana

Carne humana segundo Armin Meiwes, que é conhecido como “O Canibal de Rotenburg”, o filé tem um gosto muito bom. O sabor é muito parecido com o da carne de porco, só que um pouco mais amarga e mais forte.

Ele experimentou a “iguaria” quando Brandes, com 41 anos, se ofereceu através da internet para o procedimento de Meiwes, que o matou e comeu em março de 2001.

Canibalismo
Brandes é o de óculos a direita e ao seu lado Meiwes o canibal.

 

Meiwes gravou em vídeo qual foi o procedimento usado para desmembrar o corpo de Brandes, que tomou remédios para perder a consciência.

Quando entrevistado, Meiwes disse que salgou o filé de Brandes com sal, pimenta, alho e noz-moscada. Comeu com croquetes princesa, couve de Bruxelas e molho de pimentão verde.

Meiwes ainda disse que manteve o corpo de Brandes no freezer por meses, e chegou a comer 20 quilos da carne nesse período.

Por fim, quando a carne finalmente acabou, o canibal colocou um novo anúncio na internet, mas dessa vez ele foi denunciado por um internauta, preso e condenado a prisão perpétua.

No ano de 2003, Meiwes disse ao Welt Am Sonntag, que “lamentava por todos os seus atos” e incentivou outros canibais a procurarem tratamento. Ele afirmou também ter se tornado vegetariano.

Ainda hoje várias pessoas questionam a condenação de Meiwes, já que sua vítima era voluntária, e se ofereceu de livre e espontânea vontade para o procedimento.

Como outros pessoas definem o sabor da carne humana?

japonês Issei Sagawa

O japonês Issei Sagawa, que matou e comeu uma professora em Paris, comparou a carne humana a atum cru em restaurante de sushi.

O estadunidense Albert Fish, que assassinava e comia crianças, disse que o gosto parecia carne de vitela, tenra e macia.

Já uruguaio Carlos Páez, que foi obrigado a comer carne humana para sobreviver, disse que não sentia gosto algum. Ele foi um dos sobreviventes do acidente aéreo de 1972, que deixou dezenas de pessoas isoladas durante 72 dias nos Andes. Ele e os outros isolados comiam a carne das vítimas fatais em fatias finíssimas e congeladas.

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